Quem nunca sentiu um nó na garganta ao ouvir o hino nacional cantado pela Seleção Brasileira de soccer, vôlei..? Ou revendo as vitórias de Ayrton Senna nas manhãs de domingo, com a bandeira brasileira no alto do pódio?
Há quem diga que somos brasileiros somente em época de Copa, Olímpiadas… quando nossos atletas cantam o nosso hino a plenos pulmões em rede nacional.
Há quem diga que somos patriotas efêmeros, por lembrar da pátria somente em momentos de festa!
E há quem diga que somos “baba-ovos” de americano por lutar por um esporte de gringo!
Mas e daí?
Quando você vê uma Seleção Brasileira de Futebol Americano, formada por jogadores de vários pontos deste país, que batalharam durante anos por esse dia, cantando o hino nacional em Foz do Iguaçu você esquece as críticas, você esquece as dificuldades e você tem a certeza de uma coisa:
Esses jogadores já são vitoriosos por estarem aqui e por não se arrependerem!
Não se arrependeram das dores pós-treino e das horas de fisioterapia,
não se arrependeram de treinar no barro e nem na areia,
não se arrependeram de economizar para uma viagem com seu time,
não se arrependeram das horas que deixaram suas famílias e amigos por um jogo,
não se arrependeram da luta, nem dos hematomas,
não se arrependeram de nada que fizeram por esse sonho e por esse momento!
Porque, jogando pela Seleção Brasileira de Futebol Americano, vencendo a Seleção Chilena pelo placar de 33 a zero, eles agora sabem exatamente o que é ser um atleta brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!
Vestindo essa camisa eles sabem o que Pelé, Ayrton, Guga e tantos outros brasileiros sentiram! Valeu cada segundo desses anos de estrada prá chegar até a seleção!
Parabéns a todos os jogadores deste país que lutam todos os dias por esse esporte!
Parabéns especialmente aos jogadores e coordenadores do Paraná que fizeram parte desse dia histórico, tanto dentro quanto fora de campo!
Interceptações, bloqueios, tackles..e até um touchdown!
Então, coloca o tema da vitória aí..porque esses brasileiros merecem!
#FABREuacredito
Créditos para Fotos: Bruna Bittencourt
Abaixo segue uma singela homenagem a todos aqueles que contribuíram e contribuem para a consolidação do FABR!
Parabéns brasileiros.
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce..
E de quantos sonhos, nós brasileiros, somos feitos?
Somos gigantes, somos fortes pela própria natureza!
Mas de quantos sonhos somos feitos?
Somos muito mais que um povo forte! Somos um povo esperançoso e que luta por seus sonhos!
Quer um exemplo disso?
No dia 17 de Novembro de 2007 cerca de 45 brasileiros atravessaram a fronteira entre o sonho e a realidade, entre Brasil e Uruguai para defender a bandeira deste Brasil em um jogo de Futebol Americano!
E foi lá, em um campo com grama fraca, praticamente sem marcações, diante de alguns torcedores impávidos, que alguns brasileiros peitaram tudo e todos para ostentar a camisa verde e amarela. Mas muito mais que isso..um sonho quase impossível!
Loucos! Loucos por acreditar em um esporte pouco praticado, com investimento alto, sem nenhum recurso, disputado nas areias do Rio, em Manaus, São Paulo, Paraná..loucos separados pela imensidão do país mas conectados pela mesma garra.
Tiagão do Cuiabá Arsenal de Mato Grosso, Dennis Prantz do Joinville Panzers de Santa Catarina, Rômulo do Sharks do Rio de Janeiro, Danilo Muller do Storm de São Paulo, alguns exemplos dos loucos que jogaram naquele dia histórico em Montevidéu!
O Brasil perdeu por 20 a 14! Perdeu? Perdeu nada! O QB uruguaio ajoelhou três vezes!
E essa pátria amada sabe que um filho seu jamais foge à luta!
O Brasil ganhou! Ganhou força e esperança prá continuar!
Lógico, a caminhada de Montevidéu 2007 para Foz do Iguaçu 2012 não foi fácil!
Mas de quantos sonhos somos feitos?
Somos feitos daquele sonho do amistoso naquele campo quase sem torcida em Montevidéu até o sonho do primeiro jogo full pads em Outubro de 2008 entre (o então) Barigui Crocodiles e Curitiba Brown Spiders com cerca de duas mil pessoas, com gente pendurada até em árvores em Curitiba.
Somos feitos daquele sonho de reunir 45 atletas loucos do Brasil todo em um campo na base aérea no Uruguai até uma disputa de final de campeonato nacional no Couto Pereira com sete mil torcedores!
Somos feitos daquele sonho de treinar nos parques e praias deste Brasil com pouco recurso no bolso mas com garra digna de um astro de Super Bowl!
Somos feitos de sonhos! E por acreditar nesses sonhos é que chegamos aqui..quantos somos? Perdi as contas! Só no Paraná somos sete times equipados, quase mil jogadores loucos!
Destes mil, temos orgulho de dizer que alguns estarão em Foz do Iguaçu neste dia 21 de Janeiro de 2012 prá vestir a camisa da Seleção Brasileira de Futebol Americano, mas além disso, mostrar de quantos sonhos somos feitos!
Somos loucos sim, mas loucos por acreditar em nós mesmos, em nossos sonhos, em nossos treinos, em nossa luta e no Futebol Americano no Brasil!
E acredite pátria amada, idolatrada, verás que por um sonho assim..nenhum filho teu foge à luta!
Por isso a Federação Paranaense de Futebol Americano deseja sorte aos organizadores e aos parceiros do Foz do Iguaçu Black Sharks e AFAB. E parabeniza desde já todos os envolvidos na realização deste sonho, principalmente os jogadores , comissão técnica e apoiadores.
E prá ficar registrado, o nome dos representantes do Paraná que defenderão a nossa pátria amada e nosso sonho neste fim de semana:
Adan Rodriguez
Allan Meister
Bruno Santucci
Cleverson Freitas
Delmer Zoschke
Felipe Lucca
Gerard Gerard Kaghtazian Jr.
Guilherme Bida
Helder Ludwig
Matheus Jakimiu
Matheus Luz
Reinaldo Machado Gotinha
Ricardo Schultz
Rodrigo Rufato
Sozinhos somos fortes, juntos somos imbatíveis!
Chile @ Brasil
Dia 21 de Janeiro de 2012
18 horas
Estádio do ABC, Foz do Iguaçu, Paraná
Prestigie o nosso sonho!
Convivemos por noventa e três dias, disputamos quinze jogos em sete rodadas. Marcamos juntos 62 touchdowns!
E mesmo quando a torcida era só de cinqüenta pessoas ou quando era de quase três mil pessoas, jogamos com a mesma raça e amor à camisa, mas principalmente por vício à esse esporte! Um vício sadio!
Nós, que torcíamos por nossos ídolos assistindo aos jogos pela TV, aprendemos que sonhar é preciso e conseguimos provar que muito melhor do que sonhar é correr atrás, batalhar, fazer vaquinha prá comprar equipamento, vender rifa prá alugar campo, suar pintando as jardas… ganhar jardas!
Por isso, te convidamos para participar da nossa festa neste domingo, dia 19 de Junho a partir das 9:30, no Campo do Imperial, em Curitiba: dois grandes jogos que celebram a final do Paraná Bowl III.
Aproveito e deixo aqui o meu MUITO OBRIGADO a você que nos acompanhou todo este tempo durante o Campeonato Paranaense 2011!
grande abraço
Adan Rodriguez!
Quem somos nós?
Somos o que há de melhor, somos o que dá prá fazer..
Somos quatrocentos e vinte jogadores e um esporte, somos o Futebol Americano do Paraná!!!
E representando todos estes jogadores, dois destaques da história do clássico Coritiba Crocodiles e Curitiba Brown Spiders: Julio Cesar Richter e Lucas Beccaro Nascimento (Mullet).
Julio Cesar Richter #87, wide receiver do Curitiba Brown Spiders
“Estou no Brown Spiders desde 2001, pratico Futebol Americano desde 2000.
O Paranaense 2011 significou para o Spiders a renovação. Há uma reestruturação no time com resultados programados para o segundo semestre mas estamos felizes que estes resultados surgiram já no primeiro semestre.
Enfrentamos as dificuldades do último ano como sendo absolutamente normal, quanto maior o grupo maior é o choque de opiniões. É um ciclo, uns vão outros vem e assim segue…E acho que todos nós somos vencedores: o Spiders, os familiares, amigos, colaboradores e até mesmo os adversários. Porque quanto mais times vencedores e fortes mais disputados ficam os campeonatos. E como diz o ditado “ Uma andorinha só não faz verão ”
Focamos jogo a jogo e chegamos à final, o último degrau do primeiro semestre!
O jogo contra o Crocodiles é sempre difícil e nervoso. Tentaremos não cometer tantos erros como foi no último confronto, um jogo como esse quem erra menos vence. Temos que ter tranquilidade apesar de estar enfrentando o atual Campeão Paranaense e Vice Brasileiro.
Minha análise e recado sobre a final do Paraná Bowl III:
Quase não existe diferença visível entre o atleta vencedor e o que chega em último. Ambos possuem o mesmo número de músculos para trabalhar.
Ambos jogam com as mesmas regras e usam equipamentos semelhantes.
Porém, o vencedor é o que tem a determinação de vencer. O vencedor é aquele que faz o que é preciso, treina dia após dia, esforça-se um pouco mais a cada treino, é capaz de visualizar sua passagem pela linha final a frente do resto.
E que vença o Futebol Americano do Paraná!!!
Lucas Beccaro do Nascimento # 21, running back do Coritiba Crocodiles
“Falando sobre Croco e Spiders:
Acho que a nossa primeira vitória em cima deles foi a mais marcante. Foi um jogo duro como sempre é, mas acho que todos os Crocos estavam focados e dispostos a dar o sangue pela vitória aquele dia. Aquele jogo significava muito para nós. Lembro-me que quando estava na sideline, não conseguia olhar o jogo de tão nervoso que estava. E no final, bom… aquele grito de vitória que estava entalado na garganta havia tanto tempo foi posto prá fora.
Outro jogo que me marcou muito foi a final de 2009, nem tanto pelo jogo, mas pela recepção que tive dos meus companheiros. Depois de um tempo sem jogar devido à uma lesão, nem eu imaginava jogar aquele jogo. Apenas alguns minutos antes é que decidi ir, tanto que quando cheguei, já estavam todos prontos e se concentrando. Cheguei correndo e todos os meus companheiros me aplaudiram e gritaram me apoiando. Aquilo foi inesquecível prá mim.
Atualmente, estou me recuperando de uma lesão mas não deixo de ir aos treinos e acompanhar o time. Confesso que é difícil ver os jogos da sideline, me sinto angustiado por não poder estar lá dentro fazendo meu “trabalho” e ajudando meus amigos de um jeito melhor, mas entendo também que estando lá e conversando com eles, os motive a darem o melhor deles.
E nesta final, estarei lá na sideline junto com eles, quero poder passar toda a vontade que eu estou de jogar prá eles. Quero que estando lá, eles se sintam inspirados a jogar com força, garra, determinação, intensidade, vontade e pelo companheiro ao lado, coisas que eu sempre tentei fazer quando estava em campo.
Creio que para os mais novos este clássico até não represente muito, mas prá mim e os mais antigos do Croco sabem e sentem. É como um irmão mais novo que sempre apanhou, se levanta, bate de frente e diz chega. Representa o desafio, um clássico onde a condição atual dos times não importa, o resultado é forjado dentro de campo pela equipe que mais fizer por merecer. Este é um jogo onde errar não é uma opção. É uma coisa que alguns podem até não entender, mas não há como negar que o clima fica no ar e todo mundo que vai assistir sente a tensão.
Meu recado:
“Cada um com os seus trezentos, os dois vão para a batalha.
Ganha quem tiver coração, aquele que preparou melhor seu espírito. Se eles vierem com técnica, nós vamos com garra. Se eles vierem com garra, nós vamos com sangue. Mas se eles vierem com sangue… ai meu amigo… a gente dá a vida!
A quem for assistir, por essas palavras já deve imaginar o que verá dentro e fora de campo. Mas embora toda essa rivalidade garanto que é saudável e coisa de jogo, até por que a maioria dos atletas dos dois times se conhecem e são amigos.
Quem for verá, jogadas bonitas, passes, corridas, tackles, tudo que um jogo de alto nível tem. Já na parte das torcidas garanto também que vai haver muito barulho e motivação.
Ninguém pode perder, são dois shows pelo preço de um! ”
TRANSMISSÃO AO VIVO PELA INTERNET!! LINK SERÁ POSTADO ÀS 9:30 DESTE DOMINGO
Terceirão entre os estudantes sempre significou “preparação” e no Paranaense de Futebol Americano a disputa por esse terceirão significa muito mais… significam três meses de estudos sobre os times adversários e sobre si mesmos, muita batalha prá cumprir metas e empenho nas tarefas.
E como diz a música “Você não sabe o quanto eu caminhei, prá chegar até aqui…”
Realmente nenhum de nós sabe o que cada jogador, diretor de time e suas famílias passaram prá chegar até esse dia 19 de Junho.
Então, independente de estar no terceirão, Foz do Iguaçu Black Sharks e Curitiba Hurricanes merecem o nosso aplauso e reconhecimento.
Vamos lá… temos vestibular de F.A. no domingo às 9:30 horas da manhã no Campo do Imperial e segue aqui o relato de dois protagonistas:
“Jogo há 2 anos e meio nesta família. Comecei na posição de Strong Safety, pois quando entrei para o Hurri não havia ninguém nesta posição após a saída de alguns jogadores para formação de outro time, foi onde me especializei e com o passar do tempo, com a forma em que a nossa defesa joga, eu acabei me aproximando mais da posição de Linebacker onde me adaptei muito bem.
Este Paranaense representou para nós uma grande evolução em todos os aspectos desde a evolução dos jogadores, como organização de jogos mandantes e como devemos evoluir a cada jogo, aprendendo com os erros e mantendo os acertos.
O episódio que marcou mais a nossa equipe neste campeonato, foi o último jogo contra o Croco, pois no 1º jogo não conseguimos mostrar a evolução do nosso time. Mas no jogo de volta com o time praticamente 100% conseguimos impor um ritmo mais intenso. Infelizmente saímos com a derrota e algumas lesões, mas parabenizamos a equipe do Croco pela vitória e por manter um ritmo forte até o fim.
Quanto à disputa pelo terceiro lugar no domingo: Sabemos que será um jogo difícil, independente do último resultado entre as equipes, onde saimos com a vitória. A equipe do Sharks é muito forte e tem jogadores que podem desequilibrar, mas estamos bem preparados e concentrados.
Este é último jogo do paranaense e entraremos para vencer, pois queremos este 3º lugar. Sabemos que não será nada fácil, pois o Sharks também querem vencer e farão de tudo para nos derrotar.
Acredito com toda certeza que será um jogaço e que vença o melhor!
Por isso deixo aqui o convite:
Pessoal amante desse esporte não percam esta decisão do 3º lugar, pois as equipes se enfrentaram duas vezes até hoje e foi uma vitória para cada lado e decidiremos em um belo espetáculo.
Quero dar os parabéns a Federação Paranaense pela organização do campeonato a cada ano que passa está melhor!
Quero deixar uma frase que me diz muito e como é impactante para esse esporte, a onde a evolução é diária…
“Não é o mais forte da espécie que sobrevive, nem o mais inteligente… É o que melhor se adapta a mudanças”
Helder Bacelar Ludwig, Ludwig # 56 Foz do Iguaçu Black Sharks
“Jogo no Sharks desde 2008. Comecei jogando de strong safety, mas recebi algumas dicas do pessoal do Spiders, no nosso primeiro amistoso full pads, e eles me recomendaram melhorar em alguns aspectos e virar LB que poderia dar certo, e acho que deu.
Esse Paranaense representou muitas mudanças para o Black Sharks. Depois que colocamos o Basile como Head Coach, mudamos totalmente a forma do ataque jogar, e é complicado fazer uma mudança radical de uma hora pra outra, com o tempo, todos estão se acostumando com a forma que ele está colocando.
O jogo contra o Phantoms marcou positivamente esta fase de mudança do nosso time, tivemos que jogar com poucos atletas já que muitos não puderam viajar por motivo de trabalho. Grande parte dos jogadores tiveram que jogar ataque e defesa, todos os atletas terminaram aquele jogo totalmente esgotados. Apesar de não ser nosso melhor jogo tecnicamente, foi um jogo de muita superação que motivou todos da nossa equipe.
Já o w.o. do Predadores foi a marca ruim deste campeonato. Todos sabem a quantidade de torcida que costuma ir a nossos jogos e nós tínhamos somente dois jogos na primeira fase em casa e era a nossa despedida com nossa torcida no primeiro semestre, é um jogo que fez muita falta pra nós tanto para o time quanto para a torcida.
Mas não podemos viver de passado, temos o jogo contra o Hurricanes pela frente. Perdemos um jogo para o Hurricanes no campeonato de 2010 e depois fomos para a final naquele ano, nossa equipe teve nossa melhor apresentação nesse último confronto contra o Spiders e a derrota não nos desmotivou de jeito nenhum. Conquistar esse 3º lugar é muito importante e vamos com força total para alcançar essa vitória.
Esse terceiro lugar representa missão cumprida, entramos no campeonato paranaense prá sermos campeões mas conquistar o 3º lugar no Campeonato Paranaense, no nível que está será motivo de orgulho para nós.
E o que a FPFA já provou na realização de todos os seus eventos é o maior convite para que todos da região da capital prestigiem estes jogos.
O campeonato foi emocionante, as equipes estão em um nível técnico emocionante, vai ser um domingo de muito futebol americano, do mais alto nível, e pra finalizar com rivalidade Spiders e Croco que eu com certeza não vou perder!!!”
Amanha teremos mais uma matéria no aquecimento PARANA BOWL III.
O temperamento forte, a defesa acirrada de suas opiniões e o fato de nunca terem receio de expressar o que pensam é comum aos dois.
A briga pelo Futebol Americano no Paraná e o fato de serem presidentes dos dois times finalistas também chama a atenção.
Mas o que mais chama a atenção nesses dois é a careca vistosa, o humor ou o rigor levado aos extremos.
Com vocês, Leandro José Molinari (o Malvadão do Spiders) e Gerard Kaghtazian Junior (o Geraldu do Croco) falando sobre os finalistas:
Leandro José Molinari #28, presidente do Curitiba Brown Spiders
“A maior dificuldade enfrentada pelo Spiders durante o Paranaense foi o fato de ter que lidar com 50 ou 60 pessoas, manter todos focados e, principalmente motivados para seguir em frente.
Em termos materiais, também temos problemas que se repetem: falta de apoio e patrocínio, falta de espaço para treinamentos, despesas e organização de jogos e viagens, e sempre tendo na cabeça que ainda vai ficar mais difícil, pois no segundo semestre temos a Liga para disputar, e tudo se multiplica.
Mas procuramos sempre nos focar naquilo que temos de melhor, tanto como equipe (histórico, importância no F.A. brasileiro, imagem, etc…) quanto individualmente, sempre buscando aprimorar e desenvolver as virtudes tanto físicas como psicológicas e de personalidade de cada pessoa individualmente, e claro, sempre apontando de forma positiva os aspectos que deveriam ser melhorados.
Procuramos unir mais as pessoas, pois são elas que fazem a equipe… sempre que podemos, estamos realizando atividades extra-campo e “extra-futebol americano” afim de estreitar mais ainda os laços que temos entre nós, fazendo com que cada um, além de se dedicar por si e pela equipe, também se dedique para que aquele que está alinhando ao seu lado possa mostrar o seu melhor, pois ele não é só um jogador, é uma pessoa querida.
Em 2011 completamos 10 anos de história, e quando acabamos nossas participações no ano passado, nos reunimos e discutimos metas e objetivos para o ano de 2011, e esses assuntos foram abertos a todas as pessoas envolvidas com a equipe, desde jogadores e torcida em geral até nossos familiares.
Até o momento, temos conseguido manter nossa linha de objetivos, e isso tem se mostrado com nossos resultados, cobranças sempre existem, mas todos entendem que ainda estamos caminhando e evoluindo a cada dia, eu diria que o nível de cobrança que temos hoje é positivo e só nos fortalece.
Chegar a final é a prova de que estamos voltando às nossas posições de origem, com a diferença que, agora, estamos enfrentando grandes equipes, equipes experientes, preparadas e estruturadas, diferente do que aconteceu durante muitos anos, onde nós, já experientes, enfrentávamos equipes muito inferiores.
Chegar na final enfrentando equipes como Sharks e Crocodiles (não desmerecendo o Predadores, que ainda tem muito que aprender tanto dentro quanto fora de campo, mas está no caminho certo), é a prova que o Brown Spiders voltou a ser a grande equipe que era.
Meu recado à torcida:
“Como sempre, a nossa torcida é o nosso guia, ela nos leva a buscar sempre a vitória, nós dependemos dela e sabemos que ela estará presente. Fica aqui o convite para todos que estiverem lendo isso, para que não percam a oportunidade de assistir a dois grupos de guerreiros, dando o sangue por suas cores. Sem privilégios, sem dinheiro envolvido, sem estrelismos, pessoas comuns como vocês, que trabalham, que têm família e que resolveram se unir para defender um objetivo em comum pelo simples amor e pelo prazer de praticar este esporte que nos custa tanto, mas que não conseguimos abandonar. Venham assistir a uma batalha dentro de campo, e venham ver como se faz um evento esportivo, com a torcidas juntas, se provocando como deve ser, mas sem agressões, sem violência, num ambiente totalmente familiar.” Gerard Kaghtazian Junior #88, presidente do Coritiba Crocodiles
“Maior dificuldade? Além da bola??? hahahaha.
A maior dificuldade para o Coritiba Crocodiles durante o paranaense foi conseguir tornar o nosso ataque competitivo e produtivo em razão de uma série de desfalques e contusões em relação à equipe que terminou jogando o ano passado: o Mullet (um dos nossos maiores destaques) se contundiu durante o Brasil Bowl de 2010 e perdeu todo o Paranaense. O Herege (nosso Center) foi fazer intercâmbio na Irlanda (tá jogando football lá e ajudou o time dele a ir para os playoffs) e também ficou de fora do paranaense.
Tivemos que adaptar o Pucca na posição de Center (ele era nosso LG titular), fazendo com que nossa linha ofensiva fosse bastante modificada e tivesse alguns problemas de entrosamento.
Eu fraturei a fíbula num treino antes do nosso segundo jogo e acabei perdendo vários jogos (apesar de que eu não faço tanta falta dentro de campo, hahahaha). Além disso, tivemos trabalho pra desenvolver os novos jogadores aprovados no último tryout realizado logo após o anúncio da parceria e deixá-los prontos para entrar em campo. Mas no final deu tudo certo e quem entrou no lugar dos desfalques entrou muito bem e deu conta do recado.
Além disso a diretoria teve MUITO trabalho nesses primeiros meses do ano para poder estabelecer todos os termos da parceria e buscar apoios para que tivesse condições de manter os nossos compromissos em dia. Nosso primeiro apoiador oficial é a Traktor (fornecedora de material esportivo) que nos ajudou a desenvolver o novo uniforme e produziu nossas camisas em tempo recorde para que pudessemos estreiar no paranaense. Conseguimos ainda o apoio da Cabral Motos, que é a mais nova patrocinadora do Coritiba Crocodiles.
Estamos trabalhando insistentemente para que no segundo semestre possamos licenciar produtos com a marca do Coritiba Crocodiles e vender esses produtos para o público. Em breve, tanto a nossa camisa oficial como outros itens (camisa de passeio, chaveiro, boné, etc.) serão produzidos para dar mais visibilidade a nossa marca. Fora as questões extra-campo, como local para treinamento (o Parque Barigui não é mais o local adequado para os nossos treinos), dinheiro para possibilitar o pagamento das nossas despesas para a organização dos jogos, administração do elenco, etc.
Quanto à cobrança da nossa torcida: ela está mal acostumada, pois ano passado, em dois torneios disputados, conquistamos um título (Paranaense) e um vice campeonato (LBFA). Em 14 jogos disputados tivemos 11 vitórias e apenas 3 derrotas, sendo que duas dessas derrotas não influenciaram diretamente no resultado que pretendíamos buscar. E como esse ano ainda estamos invictos, não sentimos a cobrança (ainda!).
Mas pode ter certeza que tanto a nossa torcida quando o nosso parceiro (Coritiba) esperam que o Crocodiles alcance os melhores resultados e sempre que perdermos, haverá cobrança sim! De qualquer forma, isso não assusta a diretoria do Crocodiles, pois ninguém cobra mais esse time do que nós mesmos! Sempre buscamos e queremos o melhor e nunca estamos satisfeitos. Nunca! Essa busca pela excelência é que nos mantêm competitivos.
Para a atual gestão do Crocodiles essa final representa mais uma conquista adquirida em razão do trabalho e da dedicação daqueles que, mesmo sem ganhar absolutamente nada por isso, trabalham no pouco tempo livre que tem para o crescimento e desenvolvimento dessa equipe no cenário nacional. Desde que assumimos no início do ano passado (numa sequência do trabalho iniciado pelo Braza em 2009), chegamos na final de todos os torneios que disputamos. Conseguimos uma parceria inédita no sul do Brasil com um clube de futebol (Coritiba) e já temos dois patrocinadores (Traktor e Cabral Motos). Com isso conseguimos fazer do Coritiba Crocodiles uma das equipes mais conhecidas e respeitadas em todo o Brasil. Ano passado tivemos vitórias sobre equipes fortíssimas (Ex: Spiders, Sharks, Gladiators e Storm) e isso nos permitiu conseguir os resultados que conseguimos. Por isso queria deixar aqui meu agradecimento aqueles que fizeram isso ser possível: Braza, Bado, Dáfines, Pira, Bevenuto, Capote e Ericson (a diretoria do Crocodiles) e o Adan (que mesmo não sendo da diretoria nos ajuda demais).
E prá finalizar queria parabenizar a equipe do Curitiba Brown Spiders, que deu a volta por cima e reconquistou o seu lugar na final do paranaense. Tenho uma grande admiração pelo Spiders, pois eles são pioneiros no esporte, na utilização de pads, etc. Se não fosse o Spiders, o Crocodiles não seria tão forte como é hoje. Foi de tanto apanhar do Spiders quando ainda se jogava sem pads (e na primeira partida full pads do Brasil) que o Crocodiles alcançou o nível que possui hoje, pois precisou correr atrás e treinar muito para chegar no mesmo nível do seu rival. Crocodiles e Spiders é, na minha opinião, o maior clássico regional do país, e um jogo que todos querem participar e que todos deveriam assistir. E isso é ótimo para o futebol americano parananese, pois com duas equipes tão fortes no estado, as demais equipes também estão evoluindo muito rápido para acompanhar o nível desses dois. É só ver o desenvolvimento do Sharks e do Hurricanes nos últimos anos. Sharks já foi finalista do paranaense no ano passado e o Hurricanes vai pra sua segunda disputa de terceiro lugar.
Além disso, queria deixar um agradecimento especial as nossas meninas que nos ajudam tanto dentro como fora de campo. Dentro de campo como fisioterapeutas, fotógrafas, etc., e fora de campo como torcedoras fanáticas que não param de gritar e de nos incentivar nem um minuto. Se não fosse pela Luma, Maria Fernanda, Bruna, Julia, Julya, Andressa, Naná, Amanda, Evelyn, Karen, Joyce, Gaby, Camila, entre outras (desculpa meninas pois não tenho como citar o nome de todas), não estaríamos onde estamos. A ajuda e o apoio delas é fundamental para o nosso sucesso.
Gostaria de convidar a todos para que venham prestigiar o evento e torcer para o Coritiba Crocodiles, pois assistirão a um grande jogo de futebol americano entre duas das maiores equipes do Brasil e tenho certeza que vão curtir bastante.
Queria agradecar a Traktor e a Cabral Motos por nos apoiarem a acreditarem no nosso trabalho.
E aos jogadores do Coritiba Crocodiles, eu quero dizer que eles já são campeões por chegarem até aqui, independentemente do resultado de domingo, e que tenho muito orgulho em jogar ao lado de cada um deles. #CROCOPRIDE, orgulho de ser Crocodiles!!!”
Amanha teremos mais uma matéria no aquecimento PARANA BOWL III.
Epaaa chonfes… antes que você tire conclusões precipitadas estamos falando da Arbitragem da FPFA, os conhecidos “zebras”, apelidados assim por conta do uniforme listrado.
E para falar sobre a arbitragem na final do Campeonato Paranaense, convidamos um dos árbitros incansáveis deste estado: Felipe Gonçalves de Oliveira, diretor disciplinar e de arbitragem da FPFA.
“Serão dois jogos onde tudo pode acontecer, imprevisíveis mesmo!
Conhecemos bem os times, jogadores e até um pouco de suas filosofias de jogo, sabemos quem são os jogadores mais disciplinados, os que pressionam a arbitragem e os que se acham malandros.
Estaremos muito ligados, principalmente na parte disciplinar.
Todos os árbitros que apitarão a final do campeonato paranaense passaram pela clínica da FPFA, e tiveram aproveitamento superior a 80%, e é claro seus desempenhos em campo ao longo estadual também contou para que fossem escalados para estes jogos decisivos.
Teremos juízes mais antigos com eu e o Allan Meister de Ponta Grossa, Carlos Alves e Francisco Domingos, dois bons valores na arbitragem paranaense com um ano no apito, e André Cesconetto, o mais novo na equipe, revelação da clínica de arbitragem.”
Algum preparo especial para estes jogos finais?
“Eu sempre dou uma repassada na regra, gosto de ver vídeos. Tive oportunidade de aprender muita coisa na Clínica Internacional de Arbitragem em SP, ministrada por Bill LeMonier, que foi “apenas” o Referee da última final da NCAA entre Oregon x Auburn.
Temos também muitos vídeos didáticos que explicam as mais diversas situações de jogo.
E nós acreditamos naquela velha história: se ninguém lembra do árbitro, é por que a arbitragem foi boa.
Momentos antes dos jogos também nos reunimos e repassamos todos os procedimentos e mecânicas.
Somos um time e precisamos estar em sincronia, para guardar o jogo e os jogadores.
Pensamos também na torcida, sempre procuramos repor a bola o mais rápido possível, e não ficar fazendo huddle de árbitros. A torcida quer ação, os jogadores fazem isso, temos que deixar a torcida com o foco dentro do campo de jogo e nos atletas.
E prá finalizar, deixo aqui o convite: Croco vs Spiders, “THE GAME” é com certeza O JOGO mais esperados dos últimos tempos no Brasil! Prestigiem!!!”
Amanha teremos mais uma matéria no aquecimento PARANA BOWL III.
Jogo que define uma das vagas para a final do Campeonato Paranaense de Futebol Americano 2011!
Um jogo, uma vaga!
Seria simples resumir tudo nesta frase. Mas pare e pense: esse é o 15º jogo do campeonato, seis times e mais de 420 jogadores envolvidos. Uma longa caminhada desde o dia 19 de Março até aqui. E agora…um jogo, uma vaga para a grande final!
Quantos km de corrida neste campo do Imperial, quantos tackles, quantos gritos de incentivo, quanto choro, quantas falhas da The Duke, quanta tristeza por aquele passe quase completo, ou quase interceptado ou por aquela false start que atrasou tudo. Holding, flags, facemask, chutes prá fora…
E os gritos de incentivo: “Furacão êôô!!” ou “Vai defesa, quebra tudo defesa!”
E como diria o poeta: “Valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena!”
Vamos ao jogo e à vaga!
Croco chuta o kick off, Hurricanes retorna.
Retorno do Hurricanes parado na própria endzone, ataque Hurri começa com as costas na parede: QB Colantuono #17 lidera o ataque, corrida pelo meio sem avanço, nova corrida com Munhoz #22, 3yds de avanço. Time out. Terceira tentativa: interceptação, mas há uma flag na jogada, falta pessoal e o Hurri conquista o firstdown. Corrida com Munhoz #22, avanço de 5yds, passe incompleto do QB Colantuono #17 para o Panda #3, passe completo para o Jimmy #1, firstdown. Hurri continua no ataque: corrida com Munhoz, 3yds, corrida pelo meio com o QB, avanço de 3yds, corrida com Munhoz #22, sem avanço, quarta descida: punt!
Jimmy #1 chuta, bom chute.
Ataque Croco começa a campanha com as costas na parede, mas há uma flag na jogada e o chute é desconsiderado, Touchback! Croco começa na linha de 20yds: QB Naldino #5 começa a campanha com corrida do Ericson #45, avanço de 2yds, corrida com Bruninho #23, quebrando tackles, avanço de 12yds, firstdown. Corrida com Ericson #45 novamente, avanço de 2yds, corrida pelo meio com Bruninho, avanço de 3yds, passe incompleto para o Joe #80. Time out. Na quarta descida, o Croco opta pelo punt.
Touchback.
Ataque Hurri começa da linha de 20yds: QB Colantuono #17 aciona corrida com Munhoz, avanço de 1yd, passe incompleto para o Cesar #83, corrida com Munhoz #22, avanço de 5yds, corrida sem sucesso e punt.
Jimmy chuta, no retorno Saulo #26 que tenta retornar e acaba soltando a bola, bola viva, bola recuperada pelo Hurri na linha de 36yds do campo de ataque.
Hurri no ataque: passe incompleto do QB Colantuono para o Júnior #85, passe incompleto novamente para o Junior que deixou a bola cair, novo passe incompleto e o Hurri vai para o punt.
Há um princípio de confusão na execução do punt: Jimmy #1 já estava fora do campo quando foi empurrado por um jogador do Croco. Turma do “deixa disso” acionada, juízes em cima também e o jogo retoma seu curso normal.
Foram marcadas duas faltas pessoais na confusão do punt: Felipão #78 do Hurri e Choinski #29 do Croco.
É um jogo nervoso, natural que os ânimos estejam exaltados. As torcidas do Hurricanes e Crocodiles não param de gritar e incentivar seus times.
Croco no ataque: corridas com Bruninho #23, firstdown. Fim do ¼. Corrida pelo meio com Bruninho #23, mas desta vez não consegue o firstdown. Na quarta descida, o QB Naldino tenta o reverse com #10 Gutz, firstdown, parado a 3yds da endzone.
Primeira para o goal: corrida pelo meio com Ericson # 45, sem avanço. Segunda para o goal:
passe incompleto para o Adan Rodriguez #89. Terceira para goal: 2:02 jogados no 2/4, corrida com Bruninho #23 e touchdown Croco!
Kako #6 chuta o extra point mas o chute é bloqueado, bola viva, o jogador Galvaboy #81 do Hurri tenta correr com a bola mas é parado pelo Saulo Mahfoud #26!
Crocodiles 06 @ Hurricanes 00
Kako chuta, Cesar #83 retorna até a linha de 20yds do campo de defesa. False start do Luis #35 do Croco, repete o chute.
Kako chuta denovo, retorno do Cesar do Hurri e o ataque do Hurricanes começa da linha de 35yds do campo de defesa.
Hurri no ataque: passe para o Cesar #83 interceptado. Bola com o Croco.
Croco no ataque: corrida pelo meio com Bruninho #23, 2yds, nova corrida com Bruninho parado #23, avanço de 2yds. Ataque Croco na linha de 36yds do campo de defesa. Time out. Corrida com Saulo #26, avanço de 20yds. Flags voando: motion ilegal do Adan Rodriguez #89!
Corrida com Saulo #26, avanço de 10yds, passe incompleto para o Deminha das girl #84 e na terceira tentativa prá 4yds o Croco conquista o firstdown com uma corrida pelo meio com Ericson #45.
Croco no seu campo de ataque agora na linha de 34yds: tentativa de passe para o Adan Rodriguez, incompleto, corrida com Bruninho #23, 2yds, passe incompleto do Naldino #5 para o Gutz #10 mas foi marcada uma interferência do passe, 15yds de penalidade para o Hurri e o Croco consegue firstdown.
Corrida com Ericson #45, holding do Bevenuto #82 (O que isso jovem?), perdem 10yds. Passe incompleto para o Adan Rodriguez #89, passe incompleto para o Shailan Harsadbhai Patel ou melhor Canadá #19 e na terceira tentativa para 20yds: passe interceptado pelo Cesar #83.
Hurricanes começa o ataque na linha de 20yds do campo de defesa: snap saiu estranho, QB Colantuono #17 sem alternativa, fumble mas recuperado. Flag, falta, Hurri perde 5yds. Corrida sem avanço, time out. Tentativa de passe incompleto para o Poiares #15, corrida com Munhoz #22 parado na linha de 25yds do campo de defesa. 2min. Hurri opta pelo punt com Cesar #83.
Punt alto, Mariano #85 do Croco tentou retornar mas parou na linha de 15yds do campo de defesa.
Croco no ataque: reverse com Gutz #10 parado, avanço de 4yds, corrida com Bruninho pelo meio, sem avanço, passe incompleto para o “Enfadonho” Bevenuto #82, holding do Croco, falta declinada e punt.
Punt executado. Hurri com a bola na linha de 36yds do seu campo de ataque: faltam 21 segundos para o final do 2/4. Passe incompleto para o Poiares #15 quase interceptado pelo Vinicius #58 do Croco. Na segunda tentativa para 10yds: passe interceptado pelo Croco.
Ataque do Croco em campo, ajoelham, pedem o pão com bife e fim do 2/4.
No recomeço do jogo no campo do Imperial em Curitiba, Croco inicia seu ataque: corrida com Saulo #26 pelo meio, firstdown, jogo parado para atendimento médico do jogador Mon #74 do Croco.
Passe incompleto e corrida com Saulo #26, avanço de 3yds, passe incompleto para o Joe #80 e na quarta tentativa para 10yds: punt.
Hurri no ataque na linha de 17yds do campo de defesa: corrida com Nelsinho Nelbreck #47, recua 1yd, passe incompleto do QB Colantuono #17 para o Cesar #83, passe completo para Krieger #11, firstdown. Bola na linha de 29yds campo de defesa: tentativa de passe interceptado pelo Rezende #58 do Croco. Croco no ataque com a bola na linha de 27yds do campo de ataque: sai o QB Naldino #5, entra ele QB Dádáfines #16. Que começou levando pressão e teve que se livra da bola,passando para a lateral, fumble recuperado pelo Maycon #72, mas recuam jardas, bola na linha de 37yds do campo de ataque: passe incompleto para Gutz #10 e punt.
Punt mal cobrado, Hurri começa o ataque na linha de 30yds do campo de defesa: corrida com Nelbreck #47 parado pelo Delmer #98 o criador do “tackle lambada”, passe completo para Cesar #83 com corrida e o Hurri fica na linha de 17yds do campo de ataque. Corrida com Nelbreck # 47, corrida com Munhoz #22 parado na linha de 1yd do campo de ataque.
Hurri na linha de 1yd para o TD. Primeira para goal: touchdown do Hurricanes com o QB Colantuono # 17! E a torcida Sangue Azul enlouquece nas arquibancadas!
Na cobrança de extra point, o impossível acontece: conhecido por ser um exímio chutador, Jimmy tem seu chute bloqueado e não consegue pontuar.
Crocodiles 06 @ Hurricanes 06
Jogo empatado!
Croco no ataque na linha de 20yds: corrida pelo meio com Bruno, corrida com Ericson, fumble na jogada recuperado pelo Cesar #83 do Hurri mas ele encostou o joelho no chão. Croco fica no ataque ainda e pede time out. Croco tenta a quarta descida numa corrida com Ericsson, firstdown. Reverse com Gutz, e touchdown mas um holding do “mão de cotonete” Mon #74 do Croco anula o touchdown. Recuam 15yds, primeira para 20yds, time out Hurri. Tentativa de reverse com Adan Rodriguez #89, consegue 14yds, corrida com Bruninho parado, avanço de 8yds. Fim do ¾.
Novo reverse com Adan, parado na linha de 39yds campo de ataque do Croco. Corrida com Bruninho, alcança o firstdown, nova corrida com Bruninho e Saulo mas são parados.
Bola na linha de 10yds do campo de ataque do Croco: reverse com Gutz # 10, sem avanço e time out Croco. Corrida com Saulo, sem avanço e turnover.
Hurricanes no ataque na linha de 10yds do campo de defesa: corrida sem avanço do Munhoz #22, corrida do Cesar #83, avanço pequeno e punt.
Croco com a bola na linha de 44yds do campo de ataque: QB Naldino #5 em campo e tentativa de corrida com Bruninho #23, avanço de 7yds, parado, nova corrida pelo meio com Bruninho, bola na linha de 30yds do campo de ataque. Corrida com Ericson #45, avanço de 3yds, parado, corrida com Saulo, parado, avanço de 1yd. Terceira descida: passe do Naldino #5 para o Joe #80 e touchdown do Croco.
No chute para conversão do extra point, a The Duke se finge de bronquite e se atraca no peito do Saulo # 26 (Acorda rapaz!!!), que sem poder chutar ousa e cria uma jogada no Paranaense: a fake de extra point com corridinha prá 2pts! Seria trágico se não fosse surpreendente até mesmo para os jogadores do Croco.
Comofaz? Interessados em aprender: Saulo vai tentar repetir o lance em casa, se der certo vai patentear a jogada!
Crocodiles 14 @ Hurricanes 06
Ataque do Hurri começa na linha de 12yds do campo de defesa com 8:17 jogados no 4/4: tentativa de corrida com Pedrão #42, parado, sem avanço, tentativa de passe incompleto para o Cesar #83, incompleto, tentativa de passe incompleto para o Júnior #85 e time out Hurri. Punt com Jimmy.
Ataque Croco começa na linha de 35yds do campo de defesa: corrida Ericson #45, avanço de 10yds. Bola na linha de 45yds. 2min. Firstdown Croco, tentativa de corrida com Felipe Corradi #28, avanço de 6yds parado pelo Cesar #83. Corrida com Ericson #45, parado na linha de 35yds. Jogo parado para atendimento médico do jogador Marcio #60 do Croco. Na terceira descida: corrida com Ericson, firstdown, time out Hurri. Corrida com Corradi #28, sem avanço e perde 1yd. Corrida com Ericson #45 que com suas perninhas curtas vai para touchdown do Croco. Chute de extra point sem sucesso.
Crocodiles 20 @ Hurricanes 06
Fim de jogo em Curitiba!
Parabéns ao Coritiba Crocodiles pela conquista da vaga na grande final do Paranaense de Futebol Americano 2011!
Parabéns ao Curitiba Hurricanes pelo jogo acirrado, leal e pela campanha neste campeonato.
“Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um.
Porém, se dois homens vem andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas.”
Assim é o jogo, a vida.
Tenho certeza que todos os jogadores envolvidos neste campeonato aprenderam muito. Não só com colegas de time, mas com os adversários e com eles mesmos.
Não somos os mesmos do início do campeonato. Evoluímos. Trocamos experiências, idéias, alegrias, decepções. Essa é a nossa grande vitória: a evolução, o aprendizado, a troca!
“Daqui vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez.